Livro: História e desenvolvimento da metodologia da Arte Org.

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História e desenvolvimento da metodologia da Arte Org.

LIVRO: edição eletrônica. AUTOR: Jovino Camargo Junior

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Mostra do índice do livro "História e desenvolvimento da metodologia da Arte Org".

INTRODUÇÃO PRIMEIRA: Intermediações.

INTRODUÇÃO SEGUNDA: Os mutantes virtuais e a Arte Org.

INTRODUÇÃO TERCEIRA: A Arte Org.

INTRODUÇÃO QUARTA: A ausência e o homem do nosso tempo.

Capítulo I - O território intermediário virtual fronteiriço.

Capítulo II - A relação Eu-Comigo.

Capítulo III - A função de defesa e de contacto da ausência.

Capítulo IV - A ressaca virtual e a sobreexcitação.

Capítulo V - Acompanhando a ausência.

Capítulo VI - Percepção, autopercepção, consciência, campo e percepções de campo.

Capítulo VII - Sobre o Eu-dividido e as divisões do - EU.

Capítulo VIII - A Volta para si-mesmo do mundo ausente.

Índice temático.


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INTRODUÇÃO PRIMEIRA: Intermediações. 2

Há! Sim! Motivos eu tinha. 2

Negociações iniciais comigo-mesmo. 2

# Sobre a obra de Wilhelm Reich - Métodos terapêuticos. 3

# Sobre a obra de Wilhelm Reich - Principais Livros. 4

# Sobre reichianos, neo-reichianos e críticos de Reich. 6

Wilhelm Reich e a orgonoterapia. 8

# Reich do meu ponto de vista. 8

# Sobre a arte de desencouraçar. 10

# Sobre a linguagem emocional expressiva (motilidade e mobilidade). 11

# Sobre os vários domínios do funcionamento da couraça. 12

# Sobre a descoberta do encouraçamento do biossistema. 20

#Sobre o fechamento da couraça de carácter. 22

# Sobre a origem e a preservação da couraça. 24

# Sobre o domínio da couraça caracterológica. 26

# Sobre o domínio da couraça muscular. 28

# Sobre o domínio da couraça biofísica. 31

Da orgonoterapia a Arte Org 32

# Entre as minhas pressões com a orgonomia e as minhas pressões com a arte org. 32

# Algumas questões iniciais do processo e do proceder terapêutico da Arte Org. 41

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INTRODUÇÃO SEGUNDA: Os mutantes virtuais e a Arte Org. 47

De confusionais limítrofes a mutantes virtuais. 47

Agradecimentos e coisas assim. 47

# Sobre os autores e co-autores da Arte Org. 47

Considerações pessoais. 48

# Sobre a arte de nomear. (do meu ponto de vista). 48

# Uma nova prioridade no funcionamento atual: o vazio e a ausência de si-mesmo. 49

Um novo paradigma: o funcionamento limítrofe (virtual). 51

# Afinal quem somos nós? Terapeutas corporais, investigadores do comportamento humano ou detetives fenomenológicos? 51

# Alguma coisa estava profundamente errada com meu trabalho. 55

# A Descoberta da sobreexcitação nas estruturas limítrofes. 56

# Descoberta da fobia de si-mesmo. 58

# A caída do império (paradigma) do carácter. 59

# A descoberta da desconexão ausente como a principal defesa dos limítrofes. 60

# Investigação caracterológica do funcionamento limítrofe. 60

* Corporalidade. 62

# Sobre a gênese das estruturas limítrofes. 64

# Quando o mundo já mudou e nós ainda não nos atentamos disso. 67

# Sobre o tratamento dos limítrofes de acordo com os analistas. 69

# Sobre o tratamento dos limítrofes de acordo com os terapeutas corporais. 70

# Diferenças entre as estruturas de carácteres e o funcionamento fronteiriço. 71

# Transformando limítrofes em carácteres (pseudocarácteres). 72

# Da respiração natural e da respiração terapêutica. 74

# A terapia dos limítrofes com a análise do carácter e com a vegetoterapia. 77

# O selo do trabalho Reichiano é focar-se nas defesas. 77

# Em busca de uma fenomenologia funcional do funcionamento limítrofe. 81

# Funcionalmente falando, do básico o B-A-Ba. 81

Estrutura fronteiriça. 89

# Aprendendo do funcionalismo orgonômico com o encouraçamento do diafragma. 89

# Entre a orgonomia funcional e a psicologia. 92

# Sobre a origem da Arte Org do ponto de vista da ausência. 94

# Sobre a diferença entre desconexão e ausência. 98

Nomeando a Arte Org (Orgonoterapia Funcional Intermediária). 106

# Sobre o nome orgonoterapia funcional intermediária (Arte Org). 106

# Sobre a orgonoterapia. 106

# Sobre a orgonomia e o orgone. 107

# Sobre o termo Funcional (pensamento funcional). 108

# Funcionalismo paralelo ou pensamento funcional arteorguiano. 109

# Sobre o termo Preliminar (abordagem intermediária da Arte Org). 113

# Sobre o termo Investigação (A Arte Org como método de investigação). 114

# Sobre o termo Intermediar (posição intermediadora do terapeuta org). 114

# Sobre o nome Orgonoterapia Funcional Intermediária. 114

# Sobre o nome Arte Org (a Arte Org terapia e os terapeutas orgs). 115

# Sobre o nome Virtual (funcionamento virtual e estruturas virtuais). 119

# De paciente a cliente (da Arte Org). 119

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INTRODUÇÃO TERCEIRA: A Arte Org 121

Autorias e manias do autor com alguns esclarecimentos iniciais. 121

Eu e minhas atividades relacionadas à Arte Org. 121

# Los hombres no somos máquinas, por Nicole Aubert 123

# Da estratificação paralela da ausência e do funcionamento virtual. 126

# Linhas gerais sobre o corpo de conhecimentos da Arte Org 128

# Eu e meus devaneios de escritor. 130

As vozes (as falas) presentes nos meus escritos sobre a Arte Org. 132

Interagindo com a pressão de escrever. 138

Elementos básicos da metodologia Reichiana na metodologia da Arte Org. 144

Wilhelm Reich e sua obra. 144

Foco, processo e procedimento terapêutico centrado nas defesas (análise do caráter). 146

Análise do caráter. 146

A descoberta da terapia corporal (vegetoterapia). 147

A Vegetoterapia caráctero analítica. 148

O modelo de respiração proposto por Reich. 148

A simultânea identidade e antítese da couraça caracterológica e da couraça muscular. 149

Entre a plasticidade corporal e a rigidez da couraça. 151

A unidade e antítese entre o corpo e a mente. 151

O que mesmo Reich dizia ou não dizia? 153

Um funcionamento energético comum na base da cosmovisão de W. Reich. 155

Identidade entre matéria viva e campo de energia orgone. 157

Afinal, para Reich a realidade existia ou não existia? 159

Da orgonomia a Arte Org 161

As descobertas de Reich na atualidade. 161

Atualizações: sobre o atendimento analítico e os virtuais. 164

Atualizações: Sobre a vegetoterapia e a orgonoterapia e os virtuais. 165

A sobreexcitação energética e a ausência de si mesmo. 166

Fenomenologia da Sobreexcitação. 167

A sobreexcitação como defesa da ausência. 169

Algumas diferenças da Arte Org com a orgonoterapia. 172

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INTRODUÇÃO QUARTA: A ausência e o homem do nosso tempo. 175

Do sintoma da ausência à Síndrome da Ausência. 175

O paradigma de um novo tempo: entre a neurose do tédio e o gosto pelo absoluto. 176

A neurose do tédio (vazio). 176

O gosto pelo absoluto. 176

O homem virtual... 177

A presença auroral; a presença do - todo, ou ausência do - aqui. 178

A ausência descrita por TREVANIAN. 181

A ausência e o misticismo. 188

Em pauta a ausência do aqui e agora (no aqui). 189

A ausência simples e outras ausências. 193

O ato de ausentar-se. 193

A torre de Babel virtual. 194

A ausência simples - ida e distante - ou ausência real. 195

A ausência das profundidades. 196

A ausência astral. 196

A ausência estimulada pelas drogas. 197

O quebra cabeça da configuração ausente. 199

Quando a densidade se faz presente temos uma presença densa. 201

No final, uma simples presença. 201

O contacto ausente. 202

A fenomenologia da ausência. 205

Do virtualismo expandido moderno e pleno ao virtualismo reduzido e pós-moderno. 208

Quando o virtual fica prisioneiro entre a ausência e a presença. 208

A ausência na base da estrutura de comportamento do homem de nosso tempo. 208

Entre uma cultura exigente e um indivíduo exigente. 209

A função pendular do processo ausente e a função polar do viver cotidiano. 211

O funcionamento virtual de acordo com o modelo polar. 218

O sistema polar como método de diagnóstico e prognóstico. 218

O movimento da polarização vertical e horizontal. 223

Considerações especiais da compreensão polar paralela. 224

As três estações polares (fechado, no meio e aberto) do movimento horizontal. 225

A fenomenologia da pressão do - aqui. 227

Uma cosmovisão do funcionamento virtual do ponto de vista do - aqui. 231

Ampliando os horizontes do virtualismo pós-moderno. 231

A fronteira entre a ausência e a vida cotidiana. 235

Entre a ética e a moral. 240

Quando a pressão do - aqui toma conta do meio do campo. 243

Da expansão da consciência a contração da consciência. 251

O método terapêutico da Arte Org. 255

De ausências e desconexões. 255

Acompanhando a ausência. 256

Em busca de novos horizontes perceptivos. 257

Ecos do nosso organismo. 259

Aprendendo das nossas ressonâncias. 260

A proposta terapêutica da Arte Org. 262

Ganhos, benefícios e limites do processo terapêutico da Arte Org. 267

O desenvolvimento da metodologia da Arte Org. 272

Introdução aos textos de contexto da Arte Org. 272

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Capítulo I - O território intermediário virtual fronteiriço. 273

# Sobre a beleza virtual. 273

A descoberta do território intermediário virtual fronteiriço. 273

* O território intermediário virtual fronteiriço 273

Alguns conceitos básicos da Arte Org 276

* Arte Org terapia. 277

* A couraça. 277

* A ausência. 278

* Ausência virtual 279

* A desconexão. 280

* O funcionamento virtual. 280

* As estruturas virtuais 281

A função pendular envolvida no processo ausente. 283

# Sobre a função pendular e a recapacitação da ausência. 283

# Sobre a capacidade de pensar e de compreender presente nos virtuais. 283

# Sobre a ausência, o contacto ausente e o contato cósmico. 285

# Sobre os sentimentos afetivos e as emoções. 286

* A emoção. 286

* O sentimento afetivo (sentimentos e afetos) 287

# Sobre os anseios, as angústias de contactos e o vazio. 287

# Sobre o desencouraçamento estratificado das emoções. 287

# Sobre o funcionamento desestratificado do contacto emocional dos virtuais. 288

# Sobre o território intermediário virtual fronteiriço e a percepção difusa. 288

# Sobre os pensamentos e a ausência. 289

# Ausente sim, desconectado pode ser, mas sem corporalidade não. 291

# Sobre o entorno da integração virtual 292

# Sobre a amplificação da consciência. 294

Elementos históricos do desenvolvimento da Arte Org 295

# Anseios e tendências de um Org Terapeuta. 295

# Do desenvolvimento histórico da Arte Org 296

Do orgone e do campo orgone. 296

* {OR.} de orgone. 296

* O campo orgone. 297

* Funções de campo da energia orgone. 297

# Do campo real, campo perceptivo e percepções de campo na Arte Org. 299

Quanto às percepções, as sensações e as impressões sensoriais. 303

* Percepção. 303

* Sensação. 303

* Os sentidos. 304

* Impressão. 304

* Impressão sensorial de órgão. 305

* Imitação plasmática. 305

* Impressão sensorial. 305

* Cenestesia. 306

* Sinestesia. 306 *

A percepção difusa. 306

Sobre a consciência e a autopercepção. 309

* Autopercepção. 309

* A consciência. 311

* Apercepção. 314

#Entre o tomar consciência, o dar-se conta e a noção perceptiva. 314

* Tomar consciência. 315

* Dar-se conta 315

* Noção, concepção, consciência e imagem de si-mesmo. 315

* Noção perceptiva 316

Sobre o encouraçamento de campo, a sobreexcitação e o {D. OR.}. 317

* Energia Orgone Mortal. {D. OR.} (Deadly - Orgone). 317

# Sobre o encouraçamento do campo energético. 317

# Sobre a sobreexcitação. 318

# Sobre o encouraçamento do campo e a sobreexcitação nos virtuais. 318

Sobre o desenvolvimento da Arte Org do ponto de vista da sobreexcitação. 321

# Sobre os primórdios da Arte Org. 321 # Sobre o Projeto Oranur e a sobreexcitação. 322

# Sobre o ciclo da vida, o encouraçamento e as direções da energia orgone {OR.}. <=> {D. OR.}. 323

# Quanto à participação do {D. OR.} nos processos naturais e no encouraçamento. 324

#A doença {D. OR.} e os sintomas da sobreexcitação. 325

# Sobre a descoberta da sobreexcitação no funcionamento virtual. 326

# Quanto às direções envolvidas nos processos de sobreexcitação nos virtuais. 328

# Sobre a dança {D. OR.} -> {OR.} - a corporificação animista e a sobreexcitação. 330

Conclusões iniciais relacionadas com o movimento da percepção de campo. 332

Elementos históricos da metodologia da Arte Org. 333

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Capítulo II - A relação Eu-Comigo. 336

Quando o processo terapêutico deve ser centrado na relação consigo-mesmo. 336

O Padrão emocional presente na relação eu-outro no funcionamento de carácter. 336

O Padrão emocional presente no funcionamento virtual. 337

# Sobre a emoção do chorar e o funcionamento virtual. 338

# Sobre o pânico fóbico e a fobia solitária. 339

# Sobre a relação simbiótica. 341

# Sobre os historiadores virtuais (manipulação) de si-mesmo. 342

# Sobre o desencontro consigo-mesmo e a fobia de si-mesmo. 344

Principais identidades envolvidas na terapêutica dos virtuais. 345

* O eu. 346

# Sobre a ausência, o si-mesmo e o Self. 346

* Eu; eu-difuso; eu-descorporificado; eu-observador; eu-organizador; Mim; Eu- coligado. 350

É o funcionamento virtual quem impõe a tônica na relação consigo-mesmo. 353

Dificuldades envolvidas no processo terapêutico centrado na relação consigo- mesmo. 355

# Sobre o amor virtual e o proceder terapêutico. 356

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Capítulo III - A função de defesa e de contacto da ausência. 360

A ausência como o principal mecanismo de defesa e de contacto dos virtuais. 360

#Sobre o como da ausência ida. 361

# Um exemplo da antiga vegetoterapia do trabalho com as defesas. 361

# Sobre o funcionamento errático da ausência e da desconexão. 363

Bases funcionais da ausência e da desconexão. 364

# Sobre a desconexão corporal. 365

# Sobre a desconexão da percepção objetiva. 366

# Sobre a desconexão da percepção difusa. 367

Os três principais tipos de desconexões que costumam acompanhar a ausência. 367

# Sobre a desconexão simples. 367

# Sobre a desconexão complexa. 368

# Sobre a desconexão transversa. 368

# Sobre a ausência ida desconectada. 368

A estratificação do olhar ausente. 369

O caminho do ido-distante como o caminho terapêutico da ausência. 371

Algumas reformulações na compreensão do funcionamento da defesa virtual. 374

A forma normal da conexão virtual com o mundo. 375

# Outro exemplo da antiga vegetoterapia: o chorar. 376

# Quanto ao chorar virtual - dos virtuais. 376

# Sobre a egossintonia dos carácteres neuróticos e a egodistonia dos virtuais. 379

O contacto sobreposto das estruturas virtuais com o mundo. 381

O contacto reativo das estruturas virtuais com o mundo. 382

A função de contacto da ausência desconectada. 383

O primeiro procedimento - X desastroso: A viagem astral. 384

O segundo procedimento - X desastroso: O contacto cósmico com drogas. 385

O terceiro procedimento - X desastroso: O contacto cósmico com a ausência. 387

Do contacto ausente, do contacto cósmico e da realidade virtual. 387

O pôr-se-ido da ausência. 392

# Sobre a barreira de si-mesmo, o contacto cósmico e a reorganização dos virtuais. 394

* Barreira de si-mesmo. 395

Reformulações no sentido da defesa ida depois da descoberta do ido cósmico. 396

Elementos históricos da descoberta do procedimento pôr-se-ido-distante. 396

# interferências da ausência no organismo e na corporalidade. 396

A barreira de si-mesmo e a desorganização da estrutura virtual. 399

Elementos históricos da descoberta do contacto ausente e sua crise de contacto. 400

Elementos históricos envolvidos na compreensão do voltar para si-mesmo. 405

A ausência como um movimento pendular completo. (Ido-distante <=> presença). 407

Alguns objetivos do momento inicial da Arte Org, da faze do pêndulo. 409

Momento inicial. Reorganização da percepção de campo e da corporalidade. 409

Fase do pêndulo. 409

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Capítulo IV - A ressaca virtual e a sobreexcitação. 411

A fase intermediária da ressaca virtual. 411

Questões iniciais sobre a sobreexcitação de campo dos virtuais. 411

# Quanto às desconexões vigentes nos momentos da ressaca. 413

# A ressaca como um processo paralelo e defensivo. 414

Elementos comuns da ressaca virtual. 418

* A ressaca e os ressacados. 418

A sobreexcitação. 420

Do metabolismo corporal e do metabolismo energético. 420

Algo sobre metabolismo corporal e o funcionamento emocional. 420

# Sobre o paradigma corporal dos terapeutas corporais. 420 #

Sobre a Tensão => carga => descarga => relaxamento e a expansão e contração. 421

# Sobre as emoções do ponto de vista da expansão e da contração. 421

As expressões emocionais do ponto de vista do funcionamento virtual. 422

# Sobre os estados de espírito, a ressaca e a sobreexcitação. 424

Alterações no metabolismo corporal produzidas pela ausência e pela ressaca. 426

A estranha lógica das defesas virtuais. 427

Algumas pautas para trabalhar com a ressaca virtual 431

Momento inicial. Reorganização da percepção de campo e da corporalidade. 431

Fase da ressaca. 431

# Aprendendo da ressaca com o masoquismo, a depressão e a loucura. 433

Arte Org. 437

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Capítulo V - Acompanhando a ausência. 438

Alguns objetivos da fase - acompanhando a ausência. 438

Segundo Momento. Acompanhando a ausência em sua viajem a nenhum-lugar. 438

A fase dos escuros dos campos de cima e das forças dos campos de cima. 438

A corporificação e descorporificação de impressões sensoriais de campo 440

* Transladar. 440 A manipulação difusa. 441

# Sobre a força presente na atração e repulsão. 442

# Sobre a comunicação por campo. 443

# Sobre a manipulação e o controle de campo. 444

# Sobre a manipulação e a transferência. 446

# Sobre as inundações e invasões de campo. 447

Corporificando as impressões sensoriais de campo. 448

A estratificação do contacto cósmico. 448

As impressões sensoriais (difusas) de campo. 449

# Sobre o pânico, a fobia solitária, a angústia catastrófica e a apreensão futurista. 451

Aspectos gerais da proposta terapêutica da Arte Org para acompanhar a ausência. 456

Elementos históricos da descoberta do campo perceptivo e das corporificações. 460

O primeiro exercício da Arte Org, o pêndulo de cristal. 460

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Capítulo VI - Percepção, autopercepção, consciência, campo e percepções de campo. 465

Da autopercepção e da consciência de acordo com Wilhelm Reich. 465

Da autopercepção. 468

Das impressões sensoriais dos órgãos. 471

Apreendendo da autopercepção com o coração e com os virtuais. 472

Apreendendo da autopercepção com o exercício-procedimento das faixas. 475

* Sobre a imitação plasmática. 476

* Sobre a imitação perceptiva. 477

* Avolumar. 477

* Volumear. 482

* Escuriar. 482

* Ressonâncias. 482

Das inter-relações entre autopercepção e consciência. 483

* Ausência no (do) aqui. 490

* Matiz: 493

Do volume como percepção física (volume corporal). 497

Do volume como percepção de campo (volume perceptivo). 498

Do desdobramento esquizofrênico e da loucura dos virtuais. 500

De Reich e do desdobramento esquizofrênico. 502

Ausência de encouraçamento muscular. 503

Desdobramento da autopercepção e da consciência. 503

* Divisão, cisão, mescolância e desdobramento. 503

Encouraçamento dos órgãos da percepção. 505

Resignação biofísica. 507

Conclusões iniciais. 508

A loucura virtual (encouraçamento de campo). 509

As funções de campo, do campo de cada um. 517

Funções básicas do campo. 517

Da coesão organísmica. 517

Das defesas de campo. 519

Da função de contacto do campo. 519

Do metabolismo de campo. 521

Reflexões sobre o campo e suas funções. 521

Da percepção difusa (elementos contextuais). 523

Do campo pessoal (elementos contextuais). 526

Do campo do lugar (elementos contextuais). 529

Do movimento da percepção pelo campo do lugar. 533

Quando perceber o campo do lugar passa pela percepção difusa. 538

As diferentes formas de olhar e o campo do lugar. 542

O olhar puro e simples. 542

O olhar panorâmico. 542

O olhar com atenção. 542

O olhar interessado. 543

O olhar com intenções de tocar. 543

O olhar conectado puro e simples. 543

O olhar animista. 543

O olhar emocional. 543

O olhar profundo. 543

O olhar ausente. 543

Ampliando os horizontes da couraça de campo. 545

O campo do infinito, o cosmos (elementos contextuais). 546

Dos Escuros dos campos (elementos contextuais). 549

O desenvolvimento da Arte Org de acordo com os escuros dos campos. 552

A dança enfaixada. 554 A dança {D. OR.} <=> {OR.}. 554

Desenhando os escuros da visão. 554

Viajando pelos escuros da visão com o Eu e com o Mim. 554

O pôr-se-ido-distante acompanhado das velas. 555

Movendo o pseudópodo pelos espelhos do lugar. 555

Conexão real e conexão virtual nos escuros dos campos. 555

Compondo a atmosfera de trabalho com os escuros dos campos. 561

Ampliando os horizontes dos escuros dos campos. 565

Do escuro do campo do lugar. 569

A direção dos escuros de cima, para longe de si-mesmo. 572

A direção do escuro de dentro, para dentro de si-mesmo. 573

A direção dos escuros de baixo, para longe de si-mesmo. 574

Do contacto com a percepção difusa, das ressonâncias e dos escuros. 574

Matizes na visão dos escuros. 577

Do silêncio. 579

Reflexões: A arte terapia da estruturação do Self de Lygia Clark. 581

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Capítulo VII - Sobre o Eu-dividido e as divisões do - EU. 588

A abordagem da Arte Org relativa à reorganização da identidade virtual. 588

Sobre a identidade da consciência e da autopercepção humana. 591

* Identidade: 591

Reflexões: A organização da consciência e do Eu de ALBERTO CARRERAS. 596

Quando o Eu é uma questão de identidade. 620

*Eu. 622

Sobre as ressonâncias perceptivas. 625

Sobre a percepção difusa. 628

Contexto: A percepção difusa da ausência. 628

Funções básicas da percepção difusa. 630

I - Do - todo - difuso. 630

II - Dos quadrantes dimensionais e multidimensionais. 633

III - Da atenção perceptiva difusa. 633

IV - Da percepção difusa como pseudópodo. 634

V - Da percepção difusa multidimensional 635

Funções complexas da percepção difusa. 635

1- Do alerta difuso. 636

2 - Da fixação difusa por contacto. 636

3 - Da atenção difusa fixada por defesa. 636

4 - Linhas, pontos de forças e lugares da percepção difusa. 638

5 - Do animismo difuso de campo. 643

6 - Do deslocamento difuso. 643

7- Do transladar. 643

8 - Da Inundação difusa. 643

9 - Do corte difuso. 644

10 - Das paredes de campo. 644

11- Dos furos de campo. 644

12 - Dos anseios, sentimentos, afetos, emoções e pensamentos - todos difusos. 645

13 - Da imitação sensorial difusa. 646

* Da imitação plasmática. 646

* Da imitação perceptiva. 647

# Da imitação sensorial difusa. 647

14 - Do virtualismo difuso e da realidade virtual difusa. 648

Da percepção objetiva. 649

Da couraça de campo, da sobreexcitação e da manipulação. 650

O Animismo. 657

Depressão virtual e animismo difuso. 660

A ausência desconectada e o animismo difuso. 663

As duas caras da moeda do animismo difuso. 664

Do pensamento em ondas e do pensamento com palavras. 667

Da imaginação, do imaginar, o imaginado e os imagineiros. 669

Dos escuros dos campos . 674

Do eu-difuso e do eu-descorporificado. 681

Sobre o eu-observador objetivo; o eu-observador difuso; o eu-animista e o eu- observador de si-mesmo. 684

Sobre o Eu perceptivo ativo e o Mim corporal. 697

Do Eu perceptivo ativo. 703

Base energética do sentimento de Eu. 703

Do Mim, ou Eu corporal. 708

A base energética do sentimento do Mim. 709

Inter-relações do Eu e do Mim. 710

O Eu e o Mim animados e o pensamento animista. 711

Um momento terapêutico para tudo, inclusive para o animismo. 713

Do Eu-coligado. 717

As primeiras funções de Eu-coligado. 719

Sobre o Self de si-mesmo. 721

Do Uno de si-mesmo. 726

Das forças e dos personagens dos campos. 735

Das sobre ações descorporificadas ou do funcionamento super-homem. 736

# Sobre a arte de perguntar. 738

Princípios e regras para o trabalho terapêutico com as forças dos campos (nos escuros dos campos). 739

Dos personagens dos campos de cima e suas funções. 744

Dos personagens dos campos de baixo e suas funções. 747

Do super-homem. 751

Da exigência consigo mesmo e da ação missioneira. 752

Do poder. 752

Da incapacidade de se realizar. 752

Investigando o super-homem. 753

O Eu da vida. 754

Algumas aparentes contradições territoriais no universo do Eu. 757

Reflexões sobre a linguagem animada da relação eu-comigo. 760

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Capítulo VIII - A Volta para si-mesmo do mundo ausente. 764

As pressões e tendências na estratificação do ido distante. 764

Noções básicas da estratificação paralela da ausência. 764

Realidade virtual e os espelhos perceptivos de campo. 766

Em questão: o voltar para si-mesmo e para o mundo vindo do mundo ausente. 773

Em questão: as barreiras de si-mesmo e as constantes reorganizações do funcionamento virtual. 776

A estratificação paralela da ausência. 778

O elo perdido. 786

A fase intermediária do Eu coligado. 786

A democracia de si-mesmo. 791

O contacto ausente e o vazio de contacto. 791

É chegado o tempo da democracia de si-mesmo. 794

O Lado escuro de cada um de nós. 801

Em busca de uma correspondência no campo para a segunda camada da couraça. 801

O lado escuro de si-mesmo e as forças dos escuros de baixo. 813

O momento do lado escuro de si-mesmo. 830

Em busca de si-mesmo. 831

Em busca das partes de si-mesmo. 831

As características do funcionamento virtual. 834

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Índice temático. 837

Arte Org. Desenvolvimento, metodologia, terapia, terapeuta. 837

Couraça. Encouraçamento, estratificação e fixações. 842

Energia. Funções, manifestações e metabolismo da energia livre de massa -. Orgone. 845

Campo. Campo real, campo perceptivo e campo perceptivo virtual. 846

Sobreexcitação. Densidade, pesadez, denso. Doença {D. OR.}. 849

Funcionamento virtual. Virtualismo; as personalidades virtuais. 850

Ausência e seus atores coadjuvantes. 855

O Eu dividido. Identidades envolvidas na terapêutica dos virtuais. 858

O Ramo Unitário. Organismo. Unidade funcional. 860

O Ramo corporal. O Corpo ou o Soma. 860

O Ramo perceptivo. Percepção. 862 Emoções. Sentimentos, afetos, anseios e estados. 864

O Contacto e suas correspondentes angústias e vazios. 866

Autopercepção e consciência. Autoconsciência, pensamento, compreensão e linguagem. 869

A Relação (eu-outro, consigo-mesmo, animista, simbiótica e de manipulação). 871

Wilhelm Reich. Obra - Livros - Terapias. 872

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